quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

https://materiotecafeevale.wordpress.com/tag/papel-reciclado/

https://materiotecafeevale.wordpress.com/tag/papel-reciclado/Documentário da ONG Canta Brasil mostra a história de uma senhora de 90 anos que transformou sua casa em uma usina de reciclagem.

Escondida entre as ruas de um bairro da periferia de Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, uma casa de paredes verdes funciona como usina de reciclagem há mais de duas décadas.
No comando, uma pequena senhora de 90 anos, que fez do aproveitamento total do lixo um meio para ajudar as cerca de 40 idosas que integram a Associação de Mulheres Princesa Isabel (Ampi).
A história de Emília Neves Athaídes, uma incansável defensora da valorização da terceira idade, é contada no documentário Dona Emília Sustentável, lançado no início deste mês.
O filme mostra a rotina de uma mulher cheia de ideias – e que não conseguia ficar parada. O dia de Dona Emília, que morreu alguns dias após o final das gravações, começava cedo. Antes das 6h, ela já estava em pé, acompanhada de seu inseparável chimarrão. Na casa-usina, também sede da Ampi, até mesmo cocô de galinha vira adubo, que é trocado por serragem para o galinheiro. Um sistema de captação projetado por ela armazena a água da chuva, usada para lavar o chão e a louça.
– Eu vi que a água corria (do telhado). Eu precisava da água e botei a parar. Eu via tanta água ir fora. Disse: ai, meu Deus, essa água, a gente coando, fica boa. E foi assim – conta a intuitiva Emília no filme.
A associação é mantida pela venda de materiais coletados diariamente como papelão, jornais, latas de alumínio e garrafas PET. As idosas também fazem colchas, tapetes e cortinas a partir de retalhos de tecido doados por costureiras da região.
A vida de Dona Emília é um exemplo de como a iniciativa de apenas uma pessoa pode transformar a realidade de muito mais gente.
Fonte:
http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/nossomundo/19,997,3331167,As-licoes-da-Dona-Emilia.html
http://filmedonaemilia.blogspot.com/

Luminária com caixa de ovos

30/05/2011
As luminárias  do designer Victor Vetterlein são feitas com 4 caixas de ovos misturadas com água e colocadas sobre moldes e depois de secas são montadas. Depois do uso elas podem ser desmanchadas e novamente misturadas com água sendo colocadas sobre um novo molde.




http://www.coletivoverde.com.br/trash-me/#more-6563
http://www.victorvetterlein.com/project13.html

Cadeira de sacos de cimento

22/02/2011

Existe uma técnica artesanal chamada papietagem que consiste em colar pequenos pedaços de papel em muitas camadas e deixar secar até ficar bem rígido. Pois bem, algo parecido fizeram oas designers mexicanos da Talco para criar esta cadeira toda em sacos de cimento. Não sei como fica a questão da resistência, pois esta técnica é usada comumente para fazer objetos de decoração, fruteiras, vasos, etc.Mas vale a intenção de criar com materiais excedentes como este.
http://www.ecodesenvolvimento.org.br
http://talco.com.mx/index.php
 Quer saber mais sobre a técnica? Aqui tem um pap.
http://panohippie.blogspot.com/2010/01/como-fazer-trabalhos-utilizando-tecnica.html

Tênis feito com revistas recicladas

14/02/2011
A nova linha feminina da Nike, Women’s Premium Print Pack  é feita com tiras de revistas recicladas, que foram tratadas de maneira especial para garantir a resistência e a durabilidade. Este processo resulta em tênis exclusivos e produzidos em baixa escala.
 O tênis esta a venda na China  e na Europa por enquanto.



http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/janeiro/nike-lanca-tenis-feito-de-papel-reciclado
http://www.nikeblog.com/2010/12/17/nike-premium-print-pack-blazer-air-rift-flash-macro/

Rolo/Agenda

15/12/2010
O designer  Kim Ji-eun criou um projeto que pretende transformar rolos de papel em um bloquinho de anotação. Basta o usuário puxar a etiqueta e desenrolar o rolo vazio para encontrar uma lista com data e espaço para anotações.
Assim você poderá reaproveitar aquele objeto que iria direto para o lixo como uma agenda semanal. Por ser feita de papelão, ela pode ser rabiscada sem nenhuma dificuldade e reciclada após seu novo uso.
O projeto, batizando de Day Re, ainda não tem data para sair do papel (literalmente). Mas quem gostou da ideia pode se inspirar e pensar em outras formas de reutilizar o objeto. Quem sabe essa não vira uma mídia alternativa para os publicitários mais criativos ou para os empresários mais empreendedores?


http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/rolo-de-papel-vazio-vira-agenda-semanal

Jornal

14/12/2010
Alguns exemplos do que pode ser feito com um material abundante: jornal



Materiais alternativos para o Natal

18/11/2010
Com materiais simples, tempo e criatividade, a transformação acontece!










Luminária de jornal

09/11/2010

Vejam que dica de projeto bacana que encontramos no blog Ecodesenvolvimento:
Ateliê do lixo, da Designer Usha Velasco, que trás algumas dicas e passo-a passo de luminárias e outros objetos feitos com materiais recicláveis. O interessante é a informação no Blog:
 “Copie!!! Toda e qualquer peça deste blog está absolutamente desprotegida por direitos autorais e outros impedimentos legais. Portanto, fique à vontade para se inspirar, copiar, passar adiante. Se citar meu nome e o link deste blog, fico agradecida.”
Sugerimos uma visita ao blog para conferir quantas coisas lindas podemos fazer com um pouco de determinação, dentre elas, esta luminária de jornal da foto acima.
http://www.ateliedolixo.blogspot.com/

Papel semente

30/03/2010

Já imaginou se ao invés de jogar fora aqueles folders que você ganha na sinaleira, em festas ou feiras, você pudesse plantá-los!?
Sim , isto ja é possível devido à algumas empresas como a Papel Sementedo Rio de Janeiro. Ela foi criada em maio de 2009 e produz um papel artesanal e ecológico que recebe sementes de flores ou ervas medicinais durante seu processo de fabricação.
Planta-se o papel colhe-se flores. Desta forma, amplia-se a contribuição do papel semente, para a coletividade, propiciando o consumo consciente e tornando-se um diferencial no que diz respeito a sustentabilidade e responsabilidade ecossocial para o consumidor e empresas.

http://www.papelsemente.com.br/
http://www.grupoeco.com.br/htm/news/noticias_40.htm
http://www.papelsolidario.org.br/secao.9,materia.61.aspx
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quarta-feira, 15 de abril de 2015

ENERGIA FOTOVOLTÁICA INFORMAÇÃO ECOFORCE.

O que é energia fotovoltaica?
É a eletricidade gerada a partir da luz do sol. Para tanto, é necessário possuir painéis fotovoltaicos, compostos de materiais semicondutores (o principal é o silício). Estes semicondutores também são chamados de “células solares”. Ao receber raios solares, os painéis de semicondutores convertem a energia dos fótons em energia dos elétrons do material, em um efeito conhecido como fotoelétrico. O movimento dos elétrons é o que gera corrente elétrica.


O que significa fotovoltaica?
A palavra fotovoltaica significa energia dos raios solares. “Foto” vem de “photo”, derivada da palavra grega “phos”, que significa luz. “Volt” é uma unidade de medida batizada em homenagem a Alessandro Volta (1745-1827), pioneiro nos estudos sobre eletricidade.


Qual a diferença entre energia fotovoltaica e as demais energias solares?

Existem, basicamente, dois usos dos raios solares como fonte de energia: o térmico e o elétrico. O primeiro pode ser feito de forma passiva, através de técnicas modernas de arquitetura e construção que permitem maior iluminação natural aos ambientes, ou com o auxílio de coletores ou concentradores solares – nestes casos, porém, a função da energia gerada é basicamente aquecer a água.
Já a conversão da energia solar em elétrica pode ocorrer por processo termoelétrico ou fotoelétrico. O termoelétrico é conseguido através da junção de dois materiais semicondutores que, quando aquecidos pelo sol, provocam uma diferença de potencial entre as extremidades, gerando corrente elétrica; mas seu rendimento é baixo e o custo do material, muito elevado, o que inviabiliza o uso comercial. O processo fotoelétrico, por sua vez, converte os fótons contidos na luz solar em energia elétrica, através do uso dos painéis fotovoltaicos, formados por células solares.


Quais as vantagens econômicas?
 
À parte do investimento inicial, com compra e instalação do equipamento, a energia elétrica gerada pelo sistema fotovoltaico não tem outros custos, dado que os painéis demandam pouca manutenção. Com a evolução tecnológica, o prazo de retorno deste investimento inicial está cada vez menor.
Além disso, tal energia é autossuficiente e, portanto, mais segura em termos de abastecimento, principalmente para os consumidores corporativos, para quem a falta de energia pode significar perdas de produção. A energia fotovoltaica também é a solução mais barata para a eletrificação de grandes propriedades rurais formadas por sistemas elétricos dispersos. Outro uso bastante viável, principalmente para a iniciativa pública, é a eletrificação de comunidades remotas.


Quais as vantagens ambientais?

A interação entre o silício e a luz solar, que gera a energia fotovoltaica, não produz resíduos. Por isso, ela é considerada uma fonte de energia limpa ou ecológica. Além disso, a radiação solar é abundante e inesgotável, com grande potencial de utilização, enquanto o silício, principal semicondutor utilizado nos painéis fotovoltaicos, é o segundo elemento mais encontrado na superfície terrestre. Ou seja: é uma solução energética sustentável.


Quais as desvantagens?

Atualmente, o custo para se montar um sistema fotovoltaico é maior que o de um convencional. Mesmo assim, é um investimento que se paga no médio prazo, já que não há conta mensal de luz. Além disso, a durabilidade dos materiais (de 15 a 30 anos) vale o investimento. Outra boa notícia é que, com o desenvolvimento e a disseminação da tecnologia, os custos têm caído ano a ano.


O que é preciso para a instalação de painéis fotovoltaicos?

Para maior eficiência do sistema, os painéis fotovoltaicos devem ser instalados em posição e altura determinadas de acordo com a localização da construção. Além disso, é necessário calcular a quantidade de energia demandada e a radiação solar recebida a fim de definir o modelo e o tamanho dos painéis. A instalação requer, ainda, inversores (para transformar a corrente elétrica direta em alternada) e baterias (no caso dos sistemas off-grid, em que é preciso armazenar a energia gerada ao longo do dia).


Com energia solar fotovoltaica, é possível utilizar todos os aparelhos elétricos comuns?

Sim, a energia solar fotovoltaica tem os mesmos usos que a energia elétrica convencional. No entanto, é necessário um projeto de instalação de painéis condizente com a demanda e a finalidade de consumo.


Ter uma “usina” fotovoltaica no telhado de casa é barulhento?

No sistema fotovoltaico, a energia elétrica não é gerada a partir de movimentos mecânicos. É a interação entre o silício cristalino e a luz solar que gera a liberação de elétrons para a corrente elétrica, e este processo é silencioso.
A transformação da luz do sol em energia elétrica deixa resíduos?
Não. Por isto, a energia solar fotovoltaica é considerada uma energia limpa.


Se a obtenção de energia fotovoltaica depende do sol, há o risco de apagão nos dias nublados? E à noite?

A eficiência do sistema solar fotovoltaico depende, sim, da quantidade de luz recebida. Porém, mesmo em dias nublados há radiação mais do que suficiente para a geração de energia. Além disso, em localidades com condições climáticas piores, o sistema pode ser potencializado aumentando-se a superfície de contato (com painéis fotovoltaicos maiores). No Brasil, todas as regiões apresentam ótimas condições climáticas.
Como a energia produzida durante o dia fica armazenada em baterias, o abastecimento de energia é garantido também durante a noite.


A energia do sol é renovável, mas o silício não pode acabar?

O silício, principal matéria-prima utilizada na fabricação de painéis fotovoltaicos, é o segundo elemento químico mais abundante na Terra, atrás somente do oxigênio.


O que são sistemas off-grid e on-grid?

O sistema solar fotovoltaico chamado off-grid é aquele que não está conectado à rede elétrica convencional. Pode abastecer locais remotos, como propriedades rurais e embarcações, e equipamentos isolados, como radares de autoestradas. Atualmente, é o mais utilizado no Brasil.
Já o on-grid é o sistema solar fotovoltaico conectado à rede elétrica. Ele pode abastecer edificações completas ou apenas algumas de suas instalações – por exemplo, câmeras domésticas de segurança. Em muitos países onde o sistema on-grid é amplamente utilizado, como Alemanha e Espanha, é possível que o proprietário venda o excedente da eletricidade produzida por seu sistema fotovoltaico para a concessionária de energia, o que gera ainda mais economia.


Qual é a situação atual da energia fotovoltaica no Brasil?

No Brasil, o potencial de energia fotovoltaica é imenso, dados seus altos índices de radiação solar. Atualmente, os governos e as concessionárias de serviços públicos são os principais investidores, utilizando painéis fotovoltaicos em sinalização e fiscalização rodoviárias, iluminação pública, telecomunicações e outros. O projeto federal Luz Para Todos, que visa levar energia elétrica para comunidades isoladas e carentes, também faz amplo uso da energia fotovoltaica.
No entanto, os sistemas fotovoltaicos on-grid ainda são uma grande novidade. Os dois principais obstáculos têm sido o custo de compra e instalação dos painéis e a falta de uma política oficial de subsídios. O primeiro já está sendo ultrapassado graças ao avanço da tecnologia, que tem reduzido o custo e aumentado a eficiência dos painéis fotovoltaicos. Já o segundo depende da vontade política dos governantes e da conscientização da sociedade, o principal fator de pressão junto ao poder público.
As perspectivas do setor no Brasil, porém, são otimistas, e espera-se que em breve o país conte com legislação que defina incentivos à instalação de sistemas fotovoltaicos residenciais e comerciais, assim como à venda de energia fotovoltaica à rede elétrica por parte dos usuários.

EUA: 1º CARRO SOLAR ESTARÁ À VENDA

O PRIMEIRO CARRO COM UM DISPOSITIVO QUE PERMITIRÁ CIRCULAR A ENERGIA SOLAR ESTARÁ À VENDA JÁ EM DEZEMBRO NOS EUA. O APARELHO PODE GERAR ENERGIA SUFICIENTE PARA O AUTOMÓVEL PERCORRER ATÉ 1.600 QUILÓMETROS POR MÊS.

O novo Ford Focus elétrico terá 11 painéis solares no teto que irão produzir a energia necessária para o carro funcionar. O modelo ainda não tem preço mas o dispositivo, vendido como extra, custará €7.000 e resulta de uma parceria entre a Ford e a SunPower.

Feito o investimento inicial, um automóvel com este aparelho tem energia suficiente para circular, em média, até 50 quilómetros por dia, sem recurso a qualquer outro tipo de energia.

Este dispositivo de carregamento será capaz de produzir 3.000 kilowatt hora de eletricidade por ano e estará disponível, numa primeira fase, em 19 regiões norte-americanas, sobretudo centros urbanos.
Para os dias mais cinzentos, o carro poderá também usar baterias, mas a ideia é mesmo agradar ao ambiente e à carteira, já que o sol quando nasce…é para todos.